Joia da base cruzeirense acerta transferência à Europa e valor da negociação chama atenção no mercado da bola
O Cruzeiro Esporte Clube está prestes a confirmar uma das negociações mais importantes de sua recente história com a venda do lateral-esquerdo Kauã Prates ao Borussia Dortmund, da Alemanha, que pode render até 12 milhões de euros ao clube mineiro (aproximadamente R$ 74 milhões) — entre valor fixo e bônus por metas. Isso coloca o negócio como um dos mais relevantes envolvendo uma promessa da base cruzeirense rumo ao futebol europeu.
Segundo o jornalista especializado em transferências Fabrizio Romano, a negociação já foi concretizada entre o Cruzeiro e o Dortmund, com o atleta realizando exames médicos antes da assinatura de contrato na Europa. O valor fixo da transação é de 7 milhões de euros (cerca de R$ 43 milhões), e o acordo pode render até 5 milhões de euros (aproximadamente R$ 31 milhões) adicionais ao clube se determinadas metas forem cumpridas ao longo do contrato do jogador.
𝗙uturo da joia e chegada à Alemanha
Apesar da venda já estar definida, Kauã Prates só poderá oficializar sua chegada ao Borussia Dortmund em agosto de 2026, quando completa 18 anos — idade mínima exigida pelas regras da FIFA para transferência internacional de jogadores. Até lá, o lateral seguirá no Cruzeiro, sendo opção para a equipe no restante da temporada e reforçando o time sob o comando da comissão técnica.
Com suas primeiras chances no profissional desde 2025, Kauã soma participações pelo time principal da Raposa — incluindo jogos no Campeonato Brasileiro e Estadual — e também já marcou um gol desde sua estreia. Sua ascensão rápida com a camisa celeste chamou a atenção do Dortmund, que tem tradição em revelar talentos jovens ao futebol europeu.
📊 Impacto financeiro da venda
Se todos os bônus previstos no contrato forem alcançados, os 12 milhões de euros (R$ 74 mi) podem tornar essa transação uma das maiores da história recente do Cruzeiro em termos nominais — embora esteja abaixo de vendas históricas quando corrigidas pela inflação, como a do meio-campista Geovanni ao Barcelona em 2001. Ainda assim, trata-se de um valor expressivo para um atleta com menos de 20 jogos profissionais.
